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Thursday, November 8, 2007

amor!

Se pudesse olhar o infinito do meu ser como vejo o infinito espalhado com estrelas no ar
Minhas órbitas se focariam em constelações de amor e suas estruturas de memória iriam fotografar
Pois do mais escuro canto do universo ao mais claro dia de sol, o que mais gostaria de aprender é a forma ideal de amar
Nessa incomensurável e farta existência é necessário algo análogo e belo para costurar esses numerosos panos de idéias, vidas, esquemas!E essa grande linha é o amor!O amor consciente e o inconsciente, o amor declarado e o o subentendido!O amor é em si o que há!
Quem explica o amor do sol a planta, o amor da planta a terra, o amor da terra a nós e nosso amor a natureza?O amor liga tudo que se permite ser!
Quando esquecemos do amor, viramos água que não se pode beber, lua que não pode brilhar, peixe que não pode nadar!Nos tornamos algo não definido, algo anormal, na harmoniosa, perfeita e bela engenharia do universo!

1 comment:

Unknown said...

Vou limitar-me a um por dia
Pra não cair em pranto
Chorar de alegria

Por reconhecer entre seus pontos e vírgulas
A mesma harmonia que embala-me tanto
Rumo ao atma que nunca alcanço

Mas sinto
Por isso, me lanço
Ao infinito

Nunca me canso



Vou ler todos, devagar, porém todos!

Beijos e NAMASKAR!